quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Quarteto Fantástico- Trailer



Depois de muito mistério sobre este filme, apresento por aqui o primeiro trailer oficial do Quarteto Fant4stico:

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Quarteto Fantástico- Trailer

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Jogo da Imitação



Por mais que eu queira assistir Birdman, ao que tudo indica, este vai ser o único filme que concorre ao Oscar que vou ver por aqui em Natal este ano. Pois é.... Três grandes redes de cinema aqui em Natal e praticamente os mesmos filmes passando. Não há concorrência, não há promoções atraentes e todos continuam com o péssimo atendimento de sempre (será que todos tem o mesmo dono?). O único horário disponível aqui foi o de quase 10h da noite pra ser feliz. Vamos lá então! hohohohoho

Alan Turing, o criador das máquinas conhecidas hoje em dia como computadores

O filme é uma cinebiografia que narra sob um ponto de vista humano a vida do matemático Alan Turing. O filme apresenta o Alan Turing (interpretado pelo "Benedito" Cumberbatch) como uma pessoa extremamente obcecada com o seu trabalho. E qual o seu trabalho? Somente construir uma máquina que consiga decifrar os códigos da máquina Enigma dos nazistas durante a 2° Guerra Mundial e salvar um monte de vidas durante o processo. É uma tarefa difícil e para realizá-la ao longo do filme Alan Turing conta com a ajuda de seus amiguinhos (e sua amiguinha também).

Vamos derrotar os nazistas meus amiguinhos!


Aí lendo isso você imagina que o Turing consegue vencer, se tornar herói e ficar com a mocinha pois o amor vence no final não é? Acertaram! Mas não se enganem, pois o filme é bem mais que isso e os clichês aqui são bem utilizados a favor do filme. Ao longo do filme vemos vários aspectos e momentos diferentes da vida de Turing. Vemos seu grande amor no passado, sua grande vitória no presente e sua grande melancolia no futuro em uma narrativa que pontua muito bem a vida deste homem. E algo que é bem pontuado no filme é a homossexualidade de Alan Turing. O filme vai revelando que seu grande amor é um homem (que serve de inspiração para a sua máquina salvadora), que seu casamento foi fachada (algo como duas pessoas que precisavam se ajudar) e não durou muito tempo, e que sua grande vitória de nada serviu para impedir que ele fosse humilhado publicamente e castrado quimicamente pelo país que ajudou a proteger. Sim é um filme que retrata bem a intolerância não só contra os homossexuais como também das mulheres sem esquecer as nuances da personalidade de Turing e seu papel heróico na vida real. É um filme com uma ótima fotografia, com efeitos sonoros bem empregados (principalmente o som do computador), que adapta uma boa história sobre um grande ser humano e com uma atuação muito foda do Benedict. É um filme foda que pretendo rever outras vezes.

 A mulher que luta contra uma sociedade opressora e machista no filme pode levantar a mão!

Quem foi que desligou esta bodega?

A intolerância e discriminação com o diferente é algo que continua até os dias de hoje presente em qualquer lugar... até mesmo no cinema! Hoje passei por uma maratona de três filmes bem diferentes um do outro com a Hanna Lauria e o único filme em que passei por uma situação desagradável foi exatamente este. Vamos lá! Eu explico: Hanna Lauria tem Hipotomia Muscular Generalizada, o que acabou ocasionando o seu tipo de Dislexia, que consequentemente causa uma imensa dificuldade em acompanhar a velocidade das legendas. Como tinha bem pouca gente pra ver o filme (10 horas da noite é cruel) escolhi o lugar mais isolado das pessoas para poder ler as legendas bem baixinho no ouvido da Hanna de forma que ela também pudesse se divertir com o filme. Tudo ia muito bem mais aos 42 do segundo tempo quando faltava uns 3 minutos mais ou menos para o filme acabar um homem se levantou da cadeira e começou a gritar absurdamente alto para eu calar a boca (nisso as pessoas ficaram incomodadas, constrangidas e assustadas com a situação). Eu fiquei surpreso pois de todas as pessoas que tinham lá no cinema que estavam bem mais barulhentas ele foi escolher justamente a gente para gritar. Como faltavam poucos minutos, eu disse que depois conversava com ele. Mas acho que o cara não queria me escutar mesmo e ele saiu gritando dizendo que ia chamar alguém pra expulsar a gente do cinema. Como ninguém lá embaixo foi na onda dele, ele tentou ver se me irritava ficando em pé bem na minha frente. Quando o filme acabou, pacientemente eu expliquei a situação em um tom de voz bem baixo mas ele preferiu seguir com a sua raiva descendo irritado pelas escadas (ao menos a mulher que o estava acompanhando parecia ter entendido bem). Quando estava saindo do cinema, um cara tinha dito que tinha visto tudo e que não valia a pena ficar batendo boca além de confirmar que nem ouviu o que eu sussurrava para a Hanna no cinema. Pois bem, foi isso. Espero que mais pessoas vejam O Jogo da Imitação e, diferente do cara que ficou gritando, entendam a mensagem do filme. Eu não me sinto culpado de ter lido o filme para Hanna (que amou o filme) mas fiquei muito frustrado pela Hanna ter passado por este constrangimento e ter se sentido envergonhada por algo que não deveria estar.

 
 Me solta! Eu preciso falar sobre intolerância no cinema!

Natal deveria ter mais opções para os chamados filmes de arte (colocados estrategicamente em apenas uma sala e nos piores horários possíveis), deveria ter ingressos mais acessíveis e mais opções de filmes dublados para que mais pessoas possam se divertir com o filme. É algo lógico, mas as grandes redes de cinema não tem esta visão, e preferem empurrar o que for lucro certo independente da qualidade do filme (e oferecer "aquele" atendimento). Mas o que me incomoda mais é a intolerância das pessoas em relação as outras em qualquer lugar do mundo. Cara, eu ainda acho uma estupidez gigante uma pessoa achar que é superior a outra por ver filmes cult legendados não perceber que se estes filmes fossem mais acessíveis à todos (nunca subestimem o público) eles chegariam com mais facilidade e teriam mais salas por aqui. Se o mundo fosse mais humano, eu não teria que escrever este longo parágrafo para dizer que já não bastasse as coisas ruins do dia-a-dia eu vou ter que pensar duas vezes antes de ir no cinema com Hanna ver um filme legendado para não ser agredido verbalmente ou fisicamente dependendo da pessoa. Ao menos ainda tem Netflix (que já sacou isso sobre dublagem e inclusão social há muito tempo) e o bom e velho DVD além da Internet claro! Mas porra, eu realmente queria que as coisas mudassem pra melhor, ao menos para poder curtir o entretenimento que o cinema tem a oferecer aqui em Natal.

O Jogo da Imitação
Ano: 2014
Diretor: Morten Tyldun

Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba



Seguindo com a maratona de filmes que vi hoje, assisti Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba. Eu não tinha assistido aos dois primeiros filmes, mas isso não me impediu de entender este (mas cá pra nós, com certeza a diversão seria muito maior se eu tivesse visto os dois anteriores). O início do filme foi o bastante claro para eu entender todo o contexto da história dos filmes anteriores. Basicamente a história da trilogia Uma Noite no Museu é assim: durante o dia, as peças do museu permanecem imóveis mas, durante a noite elas ganham vida através de magia e o único que sabe disso é o guarda Larry Daley (Ben Stiller) que já tentou contar este acontecimento antes, mas ninguém acreditou. Na trama do terceiro filme, a pedra mística egípcia responsável por dar vida aos bonecos de cera, está com problemas e Larry Daley acompanhado de seus amiguinhos do museu seguem para encontrar o pai de Akmenrah em um museu na Inglaterra para que as estátuas de cera continuem vivendo.

Aqui diz que este documento não prova nada! Só prova que o Coringa é um filho da puta!

O filme em si é bem leve, divertido e agradável como um filme pra toda família. Tirando algumas piadas forçadas aqui e ali, o filme diverte mantendo o seu foco em uma boa história. O filme é de comédia mas também é de ficção científica, um filme de ação com uma participação X-Pecial, é um drama com reencontros e despedidas, e é principalmente um filme infantil com um museu de grandes novidades que encantam as crianças. O filme possui um bom ritmo dosando bem os momentos de drama, ação e humor do filme de forma equilibrada. Falando em humor, eu ri bastante com umas situações bem pontuais como a love story inesperada do filme e a cena do ônibus entre outras coisas.

Quem disse que o filme não tem romance?

Mais um dia normal!

Todas as pontas soltas dos filmes anteriores (que eu não vi ainda) são amarradas e o filme encerra de uma forma saudosa. Este é o filme de despedida de Robin Williams (falecido ano passado) no papel de Teddy Roosevelt e ele vai fazer muita falta em filmes assim (e quem já viu os filmes anteriores, o impacto emocional de ver ele atuando uma última vez é ainda maior). Tudo é preparado para o fim da franquia já que o Larry Daley não vai mais trabalhar no museu encontrando pessoas confiáveis para assumir o seu lugar (deixando em aberto se haverá novas sequências ou não mas fechando a história do Larry). O filme manteve a sua magia encantadora e ver o Robin Williams uma última vez em um filme assim no cinema já valeu o ingresso.

Adeus Robin Willians!

Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba
Ano: 2014
Diretor: Shawn Levy

Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel



Os seguranças Pedrão (Marcius Melhem) e Jorginho (Leandro Hassum) surgiram inicialmente ao grande público como uma esquete no programa Zorra Total da Globo em 2005/2006 (não sei exatamente a data pois raramente eu via esta bodega). Com o êxito obtido dentro do programa, nos especiais de fim de ano que vieram a seguir e a aprovação do público, os Caras de Pau ganharam programa próprio em 2010 com 3 temporadas na programação do domingo na rede Globo. Falando nisso, as vezes a Globo acerta quando simplesmente lança no cinema uma produção já criada para a TV (como o fodástico O Auto da Compadecida do Guell Arraes) ou algo da programação vai pras telas (Os Trapalhões são prova disso). Eu vi uns episódios aleatóriamente na TV e alguns me fizeram rir pra k-ray enquanto outros eu achava previsível e chato mas, no geral acho os personagens divertidos. Quando fui assistir o filme, imaginei que seria algo como um episódio estendido da série mas, não foi bem assim, pois realmente tinha cara de pau cinema com o investimento realizado na parte técnica do filme.

Uma das referências para a criação dos personagens foi o filme Os Irmãos Cara de Pau (muito mais engraçado que este filme)

 Scooby-Doo não foi a única referência à desenho animado presente no filme


A trama tem um clima Noir, apresentando os seguranças Pedrão (Marcius Melhem) e Jorginho (Leandro Hassum, incumbidos de proteger o anel Tatu Tatuado Topázio da socialite Gracinha de Medeiros (a lindona linda lindonesa dama fatal Christine Fernandes). Entretanto, malditos ninjas roubam o anel, eles são acusados pelo crime e agora precisam fugir da polícia (e da máfia lusitana), provar sua inocência e recuperar o anel. A minha frustração durante o filme é que ele tem tudo pra ser uma comédia non sense fodona mas se prende à fórmulas que estrangulam esta possibilidade tornando o filme previsível e menos engraçado. O filme tem bons momentos como as referências a outros filmes como a abertura ao estilo Sin City interrompida pela correria dos seguranças ou a cena ao estilo Scooby-Doo na prisão. Gosto de referências em filmes de comédia mas elas tem mais graça quando você conhece o filme e principalmente quando elas criam situações originais próprias mantendo a linha narrativa do filme (não se trata apenas de copiar e colar... Fica forçado). Acho que a sequência original que mais ri durante o filme foi a que contava a história da jóia mostrando sua origem até chegar ás mãos da socialite. Outra  coisa que gostei muito no filme foi terem optado por uma história com linha narrativa seguindo os clichês de filme noir (gosto muito de histórias de detetive). Ah caramba! tem até o clichê estereotipado do português e mafiosos de piada passeando pra lá e pra cá (podiam ter explorado mais os personagens e deixado o filme bem mais divertido). O humor do filme é algo que tenho como referência Os Trapalhões. É algo feito pra toda família com um humor bem leve diante do que tem sido apresentado hoje em dia e que passaria tranquilo na Sessão da Tarde (acho até que o filme poderia ter mais cortes para deixar a classificação livre). Não é algo realmente tão engraçado quanto Os Trapalhões pois o filme e cheio de amarras mas, ao menos consegue ser melhor do que as últimas investidas do Didi no cinema. Acho que os três pontos negativos principais do filme são estes: A direção fraca dos atores que não explora bem o seu potencial humorístico; As escolhas feitas na edição que não dão um bom ritmo para as piadas e a história em si que, por mais que tenha clichês e citações, podia ter apresentando algo mais original, que dê uma boa identidade ao filme (algo melhor do que mais um filme sob encomenda feito pela Globo).

A preocupação de Jorginho com o anel é válida

Arma ninja usada para derrotar ninjas!

Acabem com todos os malditos ninjas!

O filme tem uma ótima qualidade técnica, fotografia, enquadramentos, um humor leve, dois ótimos humoristas envolvidos, bons atores mas ainda assim acredito que o filme poderia ser bem melhor do que foi apresentado. Podia ser algo mais legal mas foi algo feito de forma automática descaradamente na cara de pau. Gosto dos personagens e sei da capacidade humorística dos atores que os interpretam. Vou ficar na torcida pra que façam um filme melhor.

Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel
Ano: 2014
Diretor: Felipe Joffily

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Prêmio Ângelo Agostini 2015



E aqui estou eu novamente deixando o registro dos premiados com o Prêmio Ângelo Agostini organizado pela AQC-ESP (Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo). Para conhecer melhor a AQC-ESP (Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo) visitem este endereço eletrônico: http://aqcsp.blogspot.com.br/. Deixo aqui meus parabéns a todos que participaram das votações e aos autores que nos presentearam com ótimas histórias em quadrinhos em 2014! E dia 31 de Janeiro tem a festa do Dia do Quadrinho Nacional que irá acontecer no Memorial América Latina, em São Paulo. Abaixo, apresento neste infame blog a lista com os vencedores da 31° edição do Prêmio Ângelo Agostini:

Melhor Desenhista:

-Mario Cau

Melhor Roteirista:

 -Felipe Cagno

Melhor Cartunista:

-DaCosta

Melhor Lançamento:

-YESHUAH- Onde tudo está

Melhor Lançamento Independente:

-Nenhum dia sem um traço

Melhor Fanzine:

-3ADFZPA- Terceiro anuário de Fanzines, Zines e Publicações Alternativas

Melhor Web Quadrinho:

-Blue e os Gatos

Prêmio Jayme Cortez:

-Confraria dos Gibis

Mestres do Quadrinho Nacional:

-Gustavo Machado, Carlos Edgard Herrero e Murilo Marques Moutinho

 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Luz nas Trevas- Meio-que-em-off #3



A série Luz nas Trevas é uma grande história sombria e iluminada ao mesmo tempo. A história é composta por uma série de histórias fechadas aparentemente sem conexão entre os personagens, mas no decorrer da série irão ocorrer ligações entre histórias e personagens. A história não é focada em um personagem fixo, mas alguns personagens podem aparecer em mais de uma história, não necessariamente a história seguinte. São histórias curtas, longas, individuais ou em série apresentando variados gêneros de histórias (cotidiano,terror, noir, ficção científica... tem até comédia romântica).  Hoje irei falar do processo criativo da história Você só vive se escuta as batidas do seu coração da série Luz nas Trevas. A história possui roteiro de Joseniz (aka eu mesmo) e arte de Jefferson Dênis e foi publicada no dia 16 de Janeiro de 2015 neste infame blog.

Joseniz (O Autor em Crise) e Jefferson Dênis em 2010

Desde 2010 que tenho conversado com o músico e desenhista Jefferson Dênis à respeito do Luz nas Trevas. Ao longo destes 5 anos pelo menos dois projetos de histórias foram trabalhados mas não seguiram adiante antes de surgir a história da banda. A história da banda foi algo que idealizei por volta de 2013 para que Jefferson Dênis desenhasse livremente de acordo com o que eu conheci de sua arte e acompanhando o seu ritmo de trabalho. Como devem saber, no Luz nas Trevas alguns personagens aparecem mais de uma vez e a história da banda foi idealizada desde o início como uma série. Neste momento, a minha intenção inicial é apresentar cada um dos integrantes desta banda e um pouco do mundo onde vivem.


Estudos de personagens da banda (Jaciara, Guilherme e Tsuki) feitos por Jefferson Dênis

Para isso elaborei uma série de 5 histórias iniciais apresentando cada um destes personagens e Você só vive se escuta as batidas de seu coração é a primeira história. A batida se refere tanto à batida musical como a o pensamento de que existem pessoas que estão vivas mas não se sentem assim (ou seja não escutam o seu coração e se sentem vivas). A primeira personagem apresentada aos leitores é a Jaciara. E como acabei de explicar, ela era uma destas pessoas que não se sentia viva e precisava se encontrar. Aqui também conhecemos Guilherme e Tsuki (por foto) e vemos um pouco da ligação forte entre os três. Aliás, todos os personagens da banda estão ligados fortemente como uma família ou amigos de infância. São pessoas com visual, personalidade e habilidade musical bem distintos que possuem como elo que os une o seu gosto por música e tudo o que vivenciaram quando formaram a banda.

 Storyboard inicial feito por Jefferson Dênis

Jefferson Dênis possui identificação total com a série de histórias da banda já que o autor também é músico (apesar de se dedicar mais ao desenho atualmente). E, a cada história, tem se esforçado muito para apresentar seu melhor em cada página. A respeito do processo de desenho, Jeff buscou muitas imagens de referência mas, no final das contas, o desenho saiu mais como uma imagem intuitiva. As referências no caso, servem mais para dar consistência ao que já foi feito com a imagem intuitiva e também para trabalhar melhor as expressões dos personagens.  Dênis visualizou os personagens como brasileiros que moram em Natal e escolheu a Praça Vermelha (conhecida como Praça André de Albuquerque localizada no centro da cidade) como cenário para primeira história da banda. Com tudo definido, Jefferson elaborou um storyboard à partir do roteiro apresentado colocando ali não apenas personagens e ambientes mas, também toda uma vivência do que é ser músico e tocar em uma banda. São estas coisas que tornam a arte do Dênis especialmente pessoal para esta história. Jeff já possui um traço próprio e é isso o que facilitou seu processo de arte-final em seu trabalho no Luz nas Trevas. Pouca coisa foi alterada na versão final da história e o Dênis curtiu muito o resultado em seu primeiro painel pela sua dinâmica. Esta HQ iria ter um trabalho com tons de cinza mas, isso foi impossibilitado devido à incompatibilidade do programa que reduziu drasticamente a qualidade da arte. Com toda a arte pronta, as artes em papel A3 foram escaneadas(obrigado pela intervenção Deus Ex-Máquina Marcos Guerra), baloneadas e letreiradas. E é isso! Outras histórias da banda devem surgir futuramente e vocês conheceram o processo da primeira história. Espero que tenham curtido e até o próximo meio-que-em-off.

sábado, 24 de janeiro de 2015

O Destino de Miguel



Hora de apresentar por aqui neste infame blog o clássico filme O Destino de Miguel:

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O Destino de Miguel

O curta surgiu de uma brincadeira de redublagem entre amigos (da mesma forma que o Batman na Feira da Fruta, mas sem as mesmas dificuldades da época) composto por nomes como André Morais, Lázaro Ramos, Lucio Mauro Filho entre outros. Um belo dia André Morais fez uma reedição do filme Shakespeare Apaixonado com as vozes dos atores (e a inclusão de outros artistas posteriormente) e daí surgiu o clássico instantâneo O Destino de Miguel. A divertida história de um homem com um objetivo: comer todos os cus do condado! O grande diferencial desta redublagem é que ela reúne muitos atores consagrados (boa deles já trabalha com dublagem) e músicos profissionais em uma história divertida e descompromissada. Bwahaha a Trilha Sonora selecionada para o filme é um espetáculo a parte.

O Destino de Miguel
Ano: 2004
Diretor: André Moraes


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Pulso



Nesta Quinta-Feira no Mahalila Café e Livros será lançado o primeiro zine da Editora Tribo deste ano: Pulso com poemas de Mariana Nobre e arte de Pedro Bardini. Na ocasião de lançamento haverá o show acústico da banda Eletric Garbage.

Pulso

Local: Mahalila Café e Livros localizado na Rua Dra. Nívea Madruga n°19, Potilândia

Dia e Hora: 22 de Janeiro (Quinta-Feira) à partir das 19H


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Lançamento Triplo na K-Ótica Loja



Neste sábado irá ocorrer um lançamento triplo na K-Ótica Loja! Serão três lançamentos: Edibar & Turma (sim é o mesmo Edibar das tiras divertidas no Face) com a presença de Lúcio Andrade, Abismo com a presença Mário Rasec (os Black) e Vigia de Antonieto Pereira. Vai ser uma ótima oportunidade para conhecer estes novos trabalhos e trocar umas idéias com os autores. Sim! Claro que estarei por lá para conferir de perto!

 Lançamento Triplo na K-Ótica Loja

Local: Av. Salgado Filho, N° 1593 (em frente à UNP e próximo ao Midway Mall)

Dia e Hora: Dia 17 de Janeiro (Sábado) às 19H

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Vingadores: A Era de Ultron- Trailer



Apresento aqui neste infame blog um novo trailer do segundo filme dos Vingadores:

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Os Vingadores: A Era de Ultron- Trailer
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