quinta-feira, 25 de maio de 2017

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Luz nas Trevas no Cuzcuz HQ



Olá amiguinhos! Durante esta semana, recebi a confirmação que estarei no Artist's Alley do quinto encontro do Cuzcuz HQ! Pra quem não conhece, o Cuzcuz HQ, um encontro de colecionadores de quadrinhos em um evento feito de fã para fã. Então, quem for pra lá e quiser comprar uns quadrinhos do catálogo diretamente comigo é só dizer um oi! Pra quem não for, estarei registrando o evento e depois conto como foi legal pra vocês! Um abraço a todos e nos encontramos por lá!

Ok, eu preciso de uma nova foto para divulgação... No próximo evento eu mudo!

quinta-feira, 18 de maio de 2017

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Viagens rumo ao esquecimento



Uma das coisas que eu tinha gostado do trabalho de Gabriel Dantas quando li O Romance Sonâmbulo foram as HQs e tiras extras divertidas que ele tinha publicado. Eu olhei e fiquei pensando o quanto seria massa se ele publicasse estas HQs Non Sense divertidas que ele faz. E Viagens rumo aos esquecimento é exatamente isso! 10 HQs curtas do Gabriel diretamente do Lixo De Nosso Quarto Para As Suas Mãos. Algumas são HQs de uma página com reflexõs sonre a produção de quadrinhos e coisas do cotidiano (o sumiço de um gato é extremamente do cotidiano e o que acontece na HQ é bem comum hohoho). Já as HQs mais longas além do humor non sense existem reflexões, sobre relacionamentos, crítica política, a morte e como seguir um caminho diferente pode alterar o modo como você vê a vida. A arte do Gabriel alterna entre detalhada e resbuscada ou em linhas simples sem muitos detalhes. Em ambos os casos, funciona para narrativa na maior parte dos casos e percebe-se que as alterações nos traços ajudam a passar sensações que vão da alegria à melancolia. A edição da revista conta com uma capa linda colorida pelo Jádson Silva e um formato pequeno fácil de guardar no bolso. Aliás, achei o formato ótimo pois o autor pode apresentar sempre algo novo alternando entre produções curtas e longas. Gabriel apresentou o título como um zine, mas eu vejo como uma revista independente bem trabalhada com uma leitura rápida e agradável. A quem interessar comprar o zine e acompanhar o trabalho de Gabriel Dantas, visitem a página no facebook Do Lixo Do Nosso Quarto Para As Suas Mãos, localizado neste endereço eletrônico: https://www.facebook.com/dolixodenossoquarto/.

Viagens rumo ao esquecimento

Uma publicação Do Lixo Do Nosso Quarto Para As Suas Mãos lançada em Abril de 2017

Roteiro e Arte: Gabriel Dantas


terça-feira, 16 de maio de 2017

Mulher, Mulheres, Simplesmente, Mulher



 Nesta semana na Galeria de Arte do IFRN irá ocorrer a abertura da exposição Mulher, Mulheres, Simplesmente, Mulher do coletivo Entre Elas. A exposição retrata através da arte sentimentos e vivencias cotidianas do universo feminino através do olhar das artistas do coletivo: Clara Pacheco, Ocirema Pacheco, Gabriela Pacheco e Larissa Freire. É a primeira exposição do coletivo e cada obra retrata uma situação ou sentimento diferente com telas feitas com técnicas que se utilizam de: Pastel, Nanquim, Aquarela e Gel. A exposição é aberta ao público, terá sua vernissage nesta Sexta-Feira e vai até Junho. Estão todos convidados!


Mulher, Mulheres, Simplesmente, Mulher

Local: Galeria de Arte do IFRN, localizado na Av.  n°1782, Cidade Alta

Dia e Hora: 19 de Maio (Sexta-Feira) às 19H- Vernissage
                    19 de Maio a 28 de Junho das 8H às 21H

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Retalhos da Memória


Celebrando a 15° Semana dos Museus o GUAP- Grupo Universitário de Aquarela e Pastel da Universidade Federal do Rio Grande do Norte estará com a exposição Retalhos da Memória no Memorial Natal localizado no Parque da Cidade.


RETALHOS DA MEMÓRIA versa sobre o tema sugerido pelo ICOM (Conselho Internacional de Museus): Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus. Adequa-se à proposta de criar espaço de diálogo e construção de narrativas visuais em torno do tema da memória, respeitando as diversas linguagens dos artistas do GUAP. Cabe esclarecer que o GUAP é constituído por um grupo de artistas integrantes da comunidade universitária (professores e alunos, ativos e aposentados) voltados para as artes visuais, alguns consagrados, outros iniciantes. Todos buscam experimentar diferentes suportes, técnicas e produções artísticas, que interpelam vasto público, principalmente aquele formado por crianças e jovens, em idade escolar, que constituirá o público de amanhã. Precisa leva-lo a se interessar pelas artes, para que se torne um dia apreciador, difusor e produtor das artes. Neste sentido, os artistas do GUAP elegeram como tema de sua reflexão e produção artística em pintura em aquarela, pastel ou acrílico, desenho com lápis de cor, grafite e nanquim, arte digital, dentre outros, a memória com matéria retalhada e despedaçada/a relação entre esquecimento e lembrança. Trata-se de produções antenadas sobre a realidade do mundo que nos rodeia, seja ele local ou global. Seres humanos vítimas dos mais terríveis atos de barbárie foram relegados ao esquecimento após seu momento de visibilidade nas telas dos celulares, vídeos, tabletes e televisões. Crianças mortas nas praias do mar Egeu, cabeças rolando abaixo dos muros das penitenciarias brasileiras, mares de lama recobrindo os verdes campos de Minas Gerais, tiros ecoando no breu das noites capixabas, rostos desfeitos pela dor de serem barrados em aeroportos por causa de sua origem ou religião.... temas de reflexão sobre o indizível não faltam. Narrar a destruição do meio ambiente e a beleza dos morros, a força da vida em face da morte, a superação de todas as formas de violência, intolerância, miséria, tornou-se modo de trazer nas telas dos artistas o significado do esquecimento. As formas pictóricas não se destinam a um único meio social ou grupo de interesse, intelectual ou acadêmico, mas articulam expressões de diferentes posturas e entendimentos de nossas relações humanas, sociais e de gênero. Deste modo, atende-se ao propósito de valorizar obras pictóricas que possuem múltiplas identidades, sendo passíveis de controversas e de diferentes interpretações. Cada um dos expositores pretende tecer alguma forma de diálogo com o público que frequentará as alamedas do Parque da Cidade e o chão do Memorial, mostrando que é, sim, possível dizer o indizível em espaços museais, tanto nas obras expostas bem como nas atividades e palestras previstas durante a 15ª Semana Nacional dos Museus, em Natal. É uma exposição muito interessante e todos estão convidados a ir!

Retalhos da Memória

Local: Memorial de Natal, localizado no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte na Rua Prefeito Omar O'Grady- Pitimbú, Natal -RN

Dia e Hora: 17 de Maio de 2017 às 15H (Abertura)
                    17 de Maio a 18 de Junho de 2017 das 14H às 17H30Min (Visitação)

domingo, 14 de maio de 2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Universo DC: Renascimento



Depois de um bom tempo sem acompanhar as revistas de linha da DC (obrigado Novos 52), resolvi voltar a acompanhar algo para ter noção do que anda acontecendo no Universo DC. Como sabem depois de Crise nas Infinitas Terras o Universo DC teve uma certa estabilidade com as megassagas envolvendo todo o seu universo. No entanto nas últimas duas décadas a DC passou a ter megassaga atrás de megassaga em um evento atrás do outro. Bem ou mal ainda dava pra acompanhar, no entanto surgiu o último Reboot chamado de Os Novos 52. E o Flash escrito pelo Geoff Johns foi o "Ponto de Ignição" para isso. Mas na prática, tudo foi decidido por canetas de executivos na busca do aumento das vendas dos quadrinhos da DC.

Bem-vindos de volta aos anos 90!

Na época, a presidente da DC Entertenaiment Diane Nelson foi quem deu a aprovação para que os Novos 52 surgissem e, sete anos depois, é ela quem faz a apresentação de Universo DC: Renascimento, onde celebra o êxito de histórias dos Novos 52 ao mesmo tempo que diz que o Renascimento é algo que nunca foi feito nestes sete anos. Ela elogia bastante Geoff Johns e a equipe criativa envolvida com o Renascimento da DC. Cada capítulo fala um pouco do Universo DC perdeu com os Novos 52 (além dos leitores).

Lembram deles?

O primeiro capítulo "Perdido" apresenta um personagem querido para quem acompanhou o Universo DC e que sumiu com os Novos 52: Wally West. O melhor Flash de todos! Ele é reapresentado para novos leitores, mantendo tudo o que sabemos dele antes do "Ponto de Ignição", onde ele era o Kid Flash, depois o Flash, que ele tinha uma família e de que o Flash Barry Alen alterou tudo com o Ponto de Ignição. vemos também que uma entidade misteriosa (provavelmente os executivos da DC/Warner) roubaram 10 anos de vida dos personagens ao apresentar estes jovens heróis dos Novos 52. A trama também joga outros elementos que provavelmente serão desenvolvidos em histórias futuras ao longo do Renascimento como o mistério das identidades dos 3 coringas. A propósito, eu lembro de uma história do Batman em que o Coringa descobre quem matou a sua família na história "A Piada Mortal". Como um dos três é esta versão, talvez isto seja explorado. Eu pensei que a personagem Pandora seria o botão de Reboot dos Novos 52 mas pelo visto esta idéia foi deletada da existência.

Convergencia, mesmo sendo uma saga muito mal executada, mostrou que todas as histórias da DC continuam valendo 
mas não trouxe ninguém de volta (peraí... Trouxe só o Superman para substituir o dos Novos 52 que morreu)

A grande Questão é: Por que não trouxeram logo de uma vez personagens perdidos como 
Questão (Renee Montoya), Wally West ou o Superman Pré-Ponto de Ignição?

O segundo capítulo "Legado" lembra aos leitores que antes dos Novos 52 o Universo DC tinha toda uma história de Legado entre os heróis. O maior exemplo do legado é a Legião dos Super-Heróis inspirados pelo Superman representada na história pela figura amiga que vê o futuro. Outro exemplo é o próprio Barry Allen, mostrado no capítulo anterior, que começou como Kid Flash, assumiu o uniforme de Flash e que por sua vez preparava os filhos para seguirem com o legado dele. Novos Titãs também tiveram seu legado apagado com os heróis da formação mais conhecida dispersos pelos grupos dos Novos 52, ou sem se terem conhecido anteriormente, sem terem nunca agido como titãs, ou mesmo sequer existiram. O ponto principal da trama é que novos legados estão se formando no Universo dos Novos 52 (e talvez outros voltem).


Eles nunca atuaram juntos como titãs nos Novos 52

A Batfamília antes dos Novos 52 (e ainda tem todos os Batmen de Corporação Batman) depois do Reboot, 
toda esta galera se juntou em um curto período de tempo com várias mudanças (como a Bárbara Gordon voltar a andar)

A Legião dos Super-Heróis surgiu graças ao Superboy (não este Superboy)

O terceiro capítulo "Amor" mostra Wally tentando se ancorar a esta realidade através de sua amada Linda. Mas o universo dos Novos 52 matou boa parte dos casamentos que existiam como o do Arqueiro Verde e Canário Negro (que história mostra bem que eles mal se conhecem nesta realidade e no entanto...) e novos relacionamentos não puderam ir adiante já que a regra é de que nenhum herói pode casar nesta realidade. Na história tudo fica sugerindo que foi o Dr. Manhattan o responsável por todas estas mudanças, mas sabemos que na real foram as mudanças editoriais da DC que fizeram tudo isso. Tanto é que a equipe criativa de Batwoman saiu porque não concordava com a idéia de que a heroína não poderia casar. Mas este capítulo mostra um indício de exceções à regra...

Todos os casamentos foram desfeitos e nada de novos casamentos nos Novos 52

O Último capítulo "Vida" literalmente puxa de volta Wally West e faz com que ele renasça. É o mesmo herói que conhecemos, no entanto, quando ele foi puxado sua linha cronológica se alterou ajustando-se aos Novos 52. O efeito colateral disso é os titãs terem existido e, junto com outras mudanças, um novo universo se formou mesclando as duas realidades. várias pistas foram deixadas ao longo da história mostrando que ajustes devem ser feitos e que o Universo de Watchmen oficialmente irão colidir em algum momento. E claro, da mesma forma que muita gente se irritou com os Novos 52, vai ter muita gente se irritando bastante com este vindouro Crossover anunciado.

 Fim das megassagas da DC? Parar de usar Watchmen e devolver os direitos para Alan Moore? "Nada Termina"

 
No universo de Watchmen não tem Batman porque o Coruja salvou a família de Bruce Wayne

Em resumo: Renascimento mantém o que funcionou dos Novos 52 e traz de volta o que funcionou no universo pré-Novos 52 mesclando os dois em um novo universo. Além disso, no embalo, prepara terreno para um futuro crossover com o universo de Watchmen criado por Alan Moore e Dave Gibbons (com o Dr. Manhatan como personagem responsável por isso). Acredito que daqui pra lá os ajustes serão feitos e com o fim do Crossover todo o universo DC terá renascido de vez (ou então lá vem mais uma megassaga). Eu fiquei emocionado com o retorno de Wally West e do que a história quer dizer em si. Gostei da história ser autocontida em uma edição especial sem precisar acompanhar trocentas revistas para poder entender. E a seleção de artistas para a arte da edição foi muito bem escolhida com nomes como Ivan Reis, Phil Jimenez e Gary Frank. Agora, se vou voltar a acompanhar este universo renascido? Vou acompanhar apenas o que me interessar (provavelmente o que me remeter ao universo pré-Novos 52, o que tiver uma boa equipe criativa e o que fizer esta ponte com Watchmen). Os Novos 52 foi o fim do Universo DC pra mim, mas "Nada, chega ao fim Adrian".

A contagem regressiva começou!

Universo DC: Renascimento

Publicada originalmente em DC Universe Rebirth (2016) nos EUA e no Brasil pela Panini em 2017

Ano: 2017
Editora: Panini Comics

Capítulo 1: Perdido

Roteiro: Geoff Johns
Arte: Gary Frank e Ethan Van Sciver
Cores: Brad Anderson e Jason Wright

Capítulo 2: Legado

Roteiro: Geoff Johns
Arte: Gary Frank
Cores: Brad Anderson
Capítulo 3: Amor

Roteiro: Geoff Johns
Arte: Ivan Reis
Arte-Final: Joe Prado e Ivan Reis
Cores: Hi-Fi

Capítulo 4: Vida

Roteiro: Geoff Johns
Arte: Phil Jimenez e Gary Frank
Cores: Gabe Eltab e Brad Anderson
Epílogo

Roteiro: Geoff Johns
Arte: Gary Frank e Ivan Reis
Cores: Brad Anderson e Hi-Fi

terça-feira, 9 de maio de 2017

Dragon's Lair



 Hora de falar de um jogo do Sega CD que me lembro de ter jogado uma ou duas vezes mas, que era muito foda chamado Dragon's Lair. É o primeiro jogo cinemático que me lembro de ter jogado e nem que eu quisesse eu ia conseguir zerar na época, pois eu não tinha um Sega CD, e também o Sega CD era mais caro de jogar que no Mega Drive ou outra plataforma. Eu era um menino ainda Robin e não tinha muita grana pra investir neste jogo. Mas do que se trata o jogo? É um dos primeiros games lançados para laserdisc no ano de 1983(o ano em que nasci e não, eu nunca vi um laserdisc de perto em minha vida) pela Cinematronics. Ele é uma animação interativa com o design criado por Don Bluth, conhecido por seu trabalho em animações da Disney. A história apresenta o cavaleiro Dirk, o destemido que tem como missão resgatar a princesa Daphne. O jogo tem comandos simples que devem ser executados com precisão para que Dirk avance no jogo, caso ocorra um erro de comando uma animação mostra Dirk morrendo (e este é um dos charmes do jogo).

Você morrer é uma das coisas que mais acontece no jogo!

video
 Todas as mortes de Dragon's Lair


A princesa Daphne é linda mas para Dirk conseguir salvá-la vai ser muito mas muito difícil. Na época, o único jeito de zerar o jogo (e eu ainda considero a melhor forma) é memorizando cada passo e ação de Dirk e ir avançanndo. Qualquer errinho é fatal e você tem que começar tudo de novo. Não se iluda, é um jogo lindo que te passa a sensação de estar vivendo uma animação Disney mas qualquer erro o leva a morte. E o pior é que você quer ver tanto as mortes, como zerar o jogo e salvar a Daphne e isso leva um bom tempo de sua vida. Como presente para quem lembra deste jogo, vocês podem relembrar por aqui tanto as mortes, como ver o jogo até o seu final.

video
Dragon's Lair do início ao fim

Final feliz!


Não cheguei a zerar, ou jogar as sequências (vi um pouco e ri muito com os trocentos filhos de Dirk e Daphne), nem as outras versões do jogo, muito menos vi as animações de Dragon's Lair, ou li os quadrinhos que saíram na forma de minissérie nos Estados Unidos. Só sei que Dragon's Lair é um jogo que me marcou muito e encantou meus olhos seja pela animação linda, ver o Dirk morrer, ou pelo desafio em jogar um desenho animado difícil de zerar.

Dragon's Lair
Ano: 1994
Plataforma: Sega CD
Produtora: Don Bluth Studios
Distribuidora: Readysoft

segunda-feira, 8 de maio de 2017

CUZCUZ HQ (5° Encontro)



Dia 20 de Maio irá ocorrer o quinto encontro do Cuzcuz HQ, um encontro de colecionadores de quadrinhos em um evento feito de fã para fã. Desta vez, o Cuzcuz chega cheio de novidades apresentando duas palestras: Uma sobre o Demolidor de Frank Miller e outra sobre a trajetória de Conan. Além disso tem uma glamourosa mesa-redonda com a participação das quadrinistas: AnaLu Medeiros, Milena Azevedo e Ju Veríssimo. Pensam que acabou? Não! Pois ainda tem o museu do videogame e a inauguração do Artist's Alley! Estão todos convidados amiguinhos e amiguinhas! Pra se inscrever, basta preencher o formulário do Cuzcuz na página do facebook: https://www.facebook.com/Cuscuz-HQ-437183569782396/. Corram que as vagas são limitadas (porém o evento é gratuito para o público e você também não paga nada pela inscrição)! Vai ser uma boa oportunidade de ouvir palestras, participar de mesas redondas, ganhar brindes, ter conversas agradáveis e muito mais! Tragam a vasilha!

CUZCUZ HQ (5° Encontro)

Local: IMD- Instituto Metrópole Digital (UFRN) no Auditório B205, localizado no 1° andar entre a residência universitária e o clube da CAERN

Dia e Hora: 20 de Maio (Sábado) à partir das 09H

Programação:



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