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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Lançamento da Revista do Brechando



Nesta Quarta-feira irá ocorrer no Mahalila irá ocorrer o lançamento da revista Brechando. Nossa, como o tempo passa rápido né? Parece que foi ontem (na verdade foi em 2015) que a jornalista Lara Paiva concluiu sua faculdade e criou o blog Brechando como portfólio e forma de se comunicar apresentando diversas curiosidades sobre a cidade de Natal. Falando nisso, o Brechando é um dos lugares que costumo visitar e vocês podem conhecer neste endereço eletrônico (aviso que tem muita coisa legal e vocês vão perder umas boas horas): https://www.brechando.com/. 3 anos se passaram o blog Brechando continua firme e forte com matérias, entrevistas, curiosidades e outras coisas legais. Nestes 3 anos deu pra acompanhar legal a evolução do trabalho da jornalista Lara Paiva e fico feliz com o lançamento do Brechando de forma impressa apresentando jornalismo informal em seu conteúdo com o charme editorial dos fanzines. A revista feita em parceria com a editora Muganga estará sendo vendida a R$15,00 e o conteúdo terá coisas inéditas no site. Na ocasião de lançamento irá ocorrer a exposição "Carranca" do poeta e artista visual Victor H. Azevedo. Apareçam pra Brechar por lá!

Lançamento da Revista do Brechando

Local: Mahalila Café e Livros localizado na Rua Dra. Nívea Madruga n°19 (próximo à igreja do Campus da UFRN), Lagoa Nova

Dia e Hora: 14 de Novembro de 2018 (Quarta-Feira) às 19H

 

sábado, 29 de outubro de 2011

Revista 14- (FLiQ 2011) O desafio de ser quadrinista


Deixo por aqui o registro do amigo/artista/jornalsta Beto Leite (que também fez as ilustrações da matéria) sobre a participação do Rafa Coutinho na FLiQ e convido aos leitores deste infame blog a cohecerem melhor o seu trabalho jornalístico/artístico na Revista 14, localizada neste endereço eletrônico: http://revistacatorze.com.br/.


Rafael Coutinho é o tipo de cara que trabalha quadrinhos por todos os lados. Além de artista, é editor independente com o selo Cachalote, pela editora Barba Negra. É o tipo de cara que todo quadrinista independente deveria conhecer. Eu o entrevistei ano passado no lançamento da aclamada Graphic Novel Cachalote em Natal. Mas você nunca vai ler essa entrevista porque o gravador deu pau. Quando soube que a Fliq ia trazer ele de novo, fiquei determinado em fazer algo descente.

A mesa do Coutinho na Fliq era sobre “O desafio de criar uma Graphic Novel”. Apesar de ter que explicar o que é esse bicho com o nome em inglês que não é literatura e nem deixa de ser quadrinhos, ele foi além e falou do mercado de HQs no Brasil, da creescente popularidade da nona arte e deu conselhos para os iniciantes.


Rafael lembrou que não temos grandes escolas de desenho. Mencionou que na Europa o cara estuda anatomia desde pequeno, depois segue uma faculdade só da área. Na argentina tem uma grande escola de realismo. Mas o quadrinho no Brasil não é mais novo que os outros. “A nossa cultura é muito mais antropofágica, as influências vêm dos mais diversos lugares. Só o mangá tem a tradição de um século por aqui.”

Ele lembra que a HQs nacionais são muito boas com tiras, humor e histórias curtas. As Graphic Novels só vem ganhando espaço agora por uma questão socioeconômica. “É muito difícil para um quadrinista se dedicar a um trabalho grande se não pagam. Afinal, existe essa relação de tempo com dinheiro. O artista acaba abandonando antes de terminar.”


Foram dois anos e meio na produção de Cachalote. Coutinho lembra que o adiantamento da editora não é o suficiente para viver, e para tocar o projeto foi preciso muita dedicação e raça. “Você tem que procurar viabilizar isso de outras formas, com publicações independentes, trabalhos para agencias de publicidade. Nós conseguimos vender os direitos de Cachalote para o cinema e isso ajudou muito.”


“As dificuldades de se fazer uma Graphic Novel no Brasil acaba gerando uma relação nociva para a criação de quadrinhos.” Rafael Coutinho aponta que em um pais de poucos leitores, o governo é o principal comprador de livros, como material didático para as escolas. Então as editoras se voltam para a produção de adaptações literárias e de momentos históricos. “Nada contra esse tipo de quadrinho, se for bem escrito e desenhado, mas isso provoca um vício na produção nacional.”


Coutinho foi categórico: “Não comece pelas Graphic Novels”. Ele explica que é muito difícil não mudar o traço do desenho durante dois anos. “É preciso uma maturidade muito grande para que o seu quadrinho não vire um Frankenstein. Onde o leitor note que o traço muda com o decorrer da história.”. O roteiro também pode não sair dos melhores. “O seu primeiro roteiro tem grandes chances de ser o seu pior, então comece por histórias curtas, crie know how, é preciso ler muito e entender o quais são os melhores caminhos e saídas para sua história”. Rafael também aconselhou aos iniciantes separar o dinheiro da paixão. “Arrume um emprego que pague suas contas e concilie com o que você gosta. Essa relação vai acabar te engrandecendo também.”


Mensur é o nome do próximo trabalho do Rafael Coutinho. O Mensur trata-se de um duelo de espadas comum na Alemanha, organizado por fraternidades de universidades, onde os jovens desferem no rosto do oponente e as cicatrizes tem o valor de um troféu. Outra publicação que acabou de sair foi a versão impressa do “O beijo Adolescente” que vem sendo publicado de forma seriada no site da IG.

Em paralelo ele toca o Selo Cachalote que começou com o Projeto Mil, onde 100 edições de uma revista de quadrinho autoral, vendidas a dez reais, rende mil reais ao artista. Outro projeto bacana é o Gazzara, com trabalhos em quadrinhos em 4 posters de 60X40cm. O leitor compra o tubo com os posters por R$75,00, para colocar a HQ na parede e ler a história. O projeto já começa com nomes bacanas como Rafael Sica, André Kitagawa, Heitor Yida & Mateus Acioli (uma dupla), Edu Medeiros e o argentino Berliac.


A Cachalote te inseriu nesse “grande” mercado editorial. Ele era aquilo que você esperava?

Eu não tinha ilusões do mercado editorial. A repercussão excedeu em muitos pontos do que eu imaginava. Muito mais pelo retorno das pessoas. Teve gente fazendo peça de teatro com base na história. Pessoas nos mandaram e-mails emocionantes, eu e o Daniel Galera ficamos impressionados. Estamos batendo 6mil exemplares vendido agora no final do ano. É ótimo para um livro caro como é, em um mercado editorial que se vende pouco, para um país como o Brasil. Acho que todo mundo tem seu papel nesse jogo, eu, você, e todo mundo que faz quadrinho. Não somos mais fanzineiros fodidos, que fazia um lance em papel sulfite dobrado. Hoje você pode fazer obras lindas, bem impressas de forma independente. Além de vender e distribuir elas com mais facilidade.

Ano passado fomos convidados para muitos eventos. Eu não parei em casa. Isso não se deve só a Cachalote, mas ao momento nos quadrinhos que é muito do caralho. Um evento que rola lá em Belo Horizonte (MG) é organizado por um amigo meu, da época que éramos fanzineiros. Eu faço o mesmo, é uma rede que vai se construindo e formando um mercado.

Então a Cachalote teve um alcance diferenciado? Tomando como base outras publicações tuas?

O Galera foi o primeiro parceiro que eu tive que topou encarar um projeto de longo prazo, tão comprometido o quanto eu estava com o desenho. Isso aconteceu comigo também. O comprometimento do Galera com o roteiro me fez ter um comprometimento com o roteiro que eu nunca tive. Eu queria que aquilo ficasse do caralho. Outras tentativas que eu tive foram frustradas por que um dos dois disistia. Eu geralmente não desistia, era o cara do roteiro que ficava com preguiça. Ter que fazer a quarta, quinta, sexta versão do roteiro, o cara diz “porra desenha logo, termina essa merda e para de encher o saco”.

Então foi muito enriquecido a parceria com o Galera?

Foi muito. E não somos os porta-bandeiras dessa nova onda, já ta acontecendo a algum tempo. Em que escritores, desenhistas e romancistas estão encarando o quadrinho como uma coisa mais profissional.

Faltam bons roteiristas no Brasil?

Faltam.

A que você acha que se deve isso?

Cara, por uma série de motivos, culturais, existências, materiais, imaterias. Eu não saberia te resumir qual é o problema.

Vender o peixe ainda é um problema? Você vai a um evento tem que ficar explicando o que é uma Graphic Novel. Você acha isso um problema?

Não. Acho que a gente passa por um processo de educação. Passar essa mensagem para frente, deixar o quadrinho mais conhecido. Tem duas instâncias, uma é você lidar com um mercado brasileiro tentando bater a cota dos 20 mil vendidos, a outra é entender os 2 mil muito bem. Os 2 mil bem vendidos valem por 50 mil no Brasil. Não adianta me comparar a Marvel, DC ou com os americanos. Os independentes americanos também não batem seus números estratosféricos. Os europeus batem esses números mas tem muito ator de novela que escreve o roteiro, um romancista famosos que assina o roteiro. É sempre uma luta quando se faz um produto não comercial.

É um processo do roteirista, desenhista, trabalhador de quadrinhos que ele tem que ser o comerciante, o divulgador, ele tem que ter um projeto comercial mais bizarro e um autoral mais complicado, precisa lidar com essas forças.

Tem a ver com a fase adulta, cara. Tem a fase pré-adolescente de um desenhista, em que o mundo está contra ele e tudo é uma merda. Tem a outra que você tem que pagar suas contas, tem que ser feliz, tem que fazer sua vida andar no caminho que você quer que ela ande. Isso é uma coisa que transcende o quadrinho. É a vida, cara.

Com o Mensur você pretende fazer algo como o Pedro Franz está fazendo? Disponibilizando na internet?

Não, mas o Beijo Adolescente é assim. Eu curto essas coisas seriadas.

domingo, 11 de setembro de 2011

2 Anos de Revista 14


A Revista 14 está comemorando dois anos e para comemorar foi organizada a festa de aniversário no DoSol Rock Bar, onde todos estão convidados. A festa começará ás 22H e vai durar até o amanhecer do dia seguinte (facilitando a vida de quem anda de ônibus nesta maldita cidade). Na ocasião, além das bandas será lançado novo site, um zine sobre a mulher da Revista 14 e os misteriosos desafios promocionais para quem quizer participar. A entrada custa R$ 7 na hora e R$ 5 para quem confirmar antecipadamente pelo Facebook neste endereço eletrônico: http://www.facebook.com/event.php?eid=255631781143145&view=wall&notif_t=event_wall. Para entender melhor a importância da Revista 14 em seus dois anos de atividade, visitem o seu site neste endereço eletrônico: http://revistacatorze.com.br/.


2 Anos de Revista 14

Programação:

-Bonnies (Rock)
-I'm a Cat Now (Brega Rock)
-Cássio +10 (MPB)
-Lançamento do novo site
-Lançamento de um zine sobre a mullher
-Desafios especiais (os vencedores irão entrar de graça)

Local: DoSol Rock Bar (Rua Chile)

Dia e Hora: 17 de Setembro às 22H

terça-feira, 27 de julho de 2010

O Autor em Crise conhece Paulo Ramos (ou seria o contrário?)


Hoje estive presente na UFRN, representando a República dos Quadrinhos e tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Jornalista, doutor em linguística (com tese comparando piadas e tiras cômicas), integrante do Núcleo de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP, autor de diversos livros e textos envolvendo linguística e quadrinhos , professor universitário e, entre outras atividades, também é responsável pelo Blog dos Quadrinhos localizado neste endereço eletrônico: http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/. Paulo Ramos, após uma viagem pela Europa, esteve presente em Natal para participar de uma mesa redonda na SBPC e também para o lançamento de seu mais recente livro: "Bievenido- Um passeio pelos quadrinhos argentinos" (mas houve um fail por parte da livraria e isto, infelizmente, não vai ser mais possível). Após a mesa redonda, bastante instrutiva sobre linguística e educação, tive a oportunidade de conversar com Paulo Ramos, assim como outros quadrinhistas.



E esta análise linguística, comparada com a a análise visual dos desenhos de George Pérez mostra a explicação para todas as questões do Universo DC desde a Crise nas Infinitas terras









Isto explica muita coisa!







Tá! Me expliquem agora todas as realidades da Marvel








Claro! Em ordem alfabética ou numérica?








Para quem perdeu a Mesa Redonda, vou fazer uma pequena síntese:








A expressão corporal e vocal são importantes no estudo da linguística







Então, se faço este movimento com esta entonação de voz quero dizer algo para vocês! O corpo fala!








É importante prestarem atenção que não existe imagem inocente






As imagens devem ser lidas e interpretadas, imagens e palavras podem ser combinadas para passar uma mensagem




Tipo usar fotos de uma mesa redonda passando a idéia de que estão discutindo sobre universos Marvel e DC, mas na verdade estão falando de outra coisa






O jornalista Paulo Ramos e o Autor em Crise (Bwahaha a foto está idêntica ao desenho)

Na ocasião entreguei de presente uma caricatura (não resisti e desenhei, estava em um bom local, com um ótimo humor e os traços do rosto dele estavam dizendo: "me desenhe!!!" "me desenhe!!!") e um DVD apresentando a produção da República dos Quadrinhos. Ele gostou bastante da caricatura e perguntou: "Quem é o Autor em Crise?" Milena deu boa resposta por mim: "É que Joseniz faz Teatro". Enfim, foi divertido conversar com ele e apresentar a Associação Brasileira de Arte Sequencial República dos Quadrinhos. Paulo Ramos é uma ótima pessoa que adorei conhecer pessoalmente. Já falei dele por aqui neste infame Blog em outras ocasiões, e todas as vezes foi falando bem. Considero Paulo Ramos um grande ser humano (literalmente também, ele é bem alto!), atencioso, bem-humorado, ético, e com o tipo de iniciativa louvável que falta em muitos jornalistas. Um bom exemplo disso é a Maratona dos Quadrinhos, realizada em seu Blog anualmente. Mas existem muitos outros adjetivos e exemplos que posso apresentar ao falar de Paulo Ramos (vou parar por aqui porque acabei de chegar,ainda tenho outras coisas a relatar e estou cansado). Respeito muito e admiro o trabalho de Paulo Ramos seja na área de educação ou jornalismo.

E não é que ficou igual?






Entreguei esta caricatura de presente para Paulo Ramos









A Leitura dos quadrinhos, livro teórico escrito por Paulo Ramos










Visitem o Blog dos Quadrinhos








Capa de Bievenido-Um passeio pelos quadrinhos argentinos, mais recente livro de Paulo Ramos, feita pelo argentino Linniers (autor de Macanudo)





Ivan Cabral, Márcio Coelho, Luiz Elson e Paulo Ramos folheando a nova Maturi

Também estavam presentes os membros do GRUPEHQ: Luiz Elson, Márcio Coelho e Ivan Cabral (que também conheci pessoalmente hoje). Os membros do GRUPEHQ colocaram a conversa em dia e presentearam Paulo Ramos com a mais nova edição da revista Maturi autografada. Cara acho muito bom o GRUPEHQ estar de volta com as atividades e encaminhando uma nova edição da revista Maturi que será lançada em breve. Falo sobre o lançamento da Maturi em breve, quando a revista for oficialmente lançada.






E aqui está meu livro com aulas de desenho








Consegue ver as ilustrações?







Paulo Ramos animado com a nova Maturi!







Lembrei de você, eu te conheço Brodher!







Ele lembrou de mim e agora? Estou Lost!









Ivan Cabral autografando a Maturi para Desmon.. Paulo Ramos!








Eu tenho poderes Brodher!







Achou as ilustrações? Onde está sua cabeça? no futuro?





E é isto! Eu vi o futuro e o passado mas não vi as ilustrações
Impressionante Desmond! ops, Paulo Ramos!








Como você viaja para o passado ou futuro?





Vai demorar pra explicar tudo, e preciso viajar agora Ivan!Vejo você em outra sequencia narrativa Brother!





Paulo Ramos, Milena Azevedo e a equipe do Raffiando

A amiga/artista Milena Azevedo esteve presente com a equipe do raffiando para fazer uma entrevista rápida (muito rápida mesmo) com Paulo Ramos. Fiz um pequeno registro fotográfico enquanto ocorria a entrevista. Milena está em uma nova série de iniciativas de projetos, esta entrevista faz parte desta nova iniciativa e desejo êxito para Milena e sua equipe do Raffiando. Espero poder contar novidades sobre este assunto em breve. Quem quiser conferir a entrevista com Paulo Ramos, visite este endereço eletrônico: http://www.ghq.com.br/entrevista-com-paulo-ramos/.






Quer dizer Melina, que apertando On a câmera liga?








Fascinante!








Registrando o registro








Registrando o registro








Registrando o registro



Finalmente conheci o grande artista Ivan Cabral! Aguardem o lançamento da nova Maturi em breve!

Para mim foi um dia duplamente feliz porque além de conhecer pessoalmente Paulo Ramos tive a oportunidade de conhecer Ivan Cabral. Gosto muito do trabalho dele! Para os que ainda não conhecem o trabalho de Ivan Cabral, recomendo que visitem o seu blog neste endereço eletrônico: http://www.ivancabral.com/. Espero encontrar Ivan Cabral e o pessoal do GRUPEHQ mais vezes para conversar sobre quadrinhos. Aguardem em breve o lançamento da nova edição da Maturi!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Porra, Maurício!


As coisas legais costumam acontecer sem aviso prévio, este Tumblr surgiu e em pouco tempo se tornou um clássico instantâneo com milhares de acessos e milhares. Ele foi criado por dois fãs que amam o mestre Mauricio de Sousa (não da forma que vocês estão pensando, olha o cabimento!) e realizaram esta grande brincadeira homenageando a turma da Mônica. Porra como explico a origem do Porra, Mauricio? Em linhas gerais, acompanhei tudo via Twitter. Primeiro apareceu este texto com sustentação fraca elaborado por Dioclécio Luz para o Observatório de Imprensa neste endereço eletrônico: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?msg=CONF&cod=578JDB009&#c. Em resposta apareceu esta carta aberta ao sr. Dioclécio Luz sobre o assunto elaborada por Rob Gordon: http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/03/carta-aberta-ao-sr-dioclecio-luz.html. Enfim foi uma resposta inteligente e emotiva (que recebeu uma mensagem de agradecimento da própria Mônica) para questionamentos sem fundamentos que considero um atraso, uma idéia tão ignorante e estúpida quanto tirar Eisner das escolas. Enfim, depois deste momento "Além da Imaginação" em pleno século XXI foi bom perceber que as pessoas andam mais esclarecidas e não se deixam influenciar tanto pelas coisas sem noção que os jornalistas escrevem.

De onde tiraram a idéia idiota de que a Mônica é violenta?

E falando em sem noção... Surgiu pouco tempo depois disto o Porra, Mauricio! Uma brincadeira inteligente que faz um resgate da história da Turma da Mônica e brinca com toda esta situação gerada em torno da turma (teve gente que não entendeu a brincadeira, mas a grande maioria entendeu).

Até a Marina, filha do Mauricio, entrou na brincadeira!

O Porra, Mauricio! desenterrou tesouros como as revistinhas da Mônica que eram trocadas por tampihas de Coca-Cola (eu tinha todas na época)

Lembram das revistinhas da Turma da Mônica em 3D?

Deixo aqui em meu Blog infame, uma pequena seleção que fiz do Porra, Mauricio! Esta porra de Tumblr é mais do que recomendada, eu aguardo anciosamente cada postagem por lá porra!!! Esta porra tem que ser tombada como patrimônio histórico da Turma da Mônica e merece durar por muito tempo porra!!!Para conhecer melhor o Porra, Mauricio! e os seus autores, Visitem este endereço eletrônico Porra!!: http://porramauricio.tumblr.com/.

WTF? Porra, Mauricio! Cebolinha Rock Dennis!

Porra, Maurcio! Melaram com a suruba do Anjinho!

Porra Maurício! Porra Dorinha! você é filha do demolidor agora é?

Porra Mauricio! Porra Mônica! Secador no banho? Tá maluca?

Porra Mauricio! Porra Cascão! Você traiu o movimento véi!

Porra Mauricio! Porra Horácio que putaria é esta?

Porra, Mauricio! Porra Chico Bento! Cantor sertanejo não é profissão!!

E para fazer o desfecho deste post, encerro com a Magali Junkie porra:

Porra Mauricio! Porra Magali Junkie! Dudu com erva? Que porra é essa?

Porra Mauricio! Porra Magali Junkie!(2)

Porra Mauricio! Porra Magali Junkie!(3) O Mingau comeu o bagulho da Magali e ficou Nóiado!
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