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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Justiceiro- Trailer



Apresento por aqui o trailer oficial da série do Justiceiro na Netflix:

Justiceiro- Trailer

domingo, 20 de agosto de 2017

Justiceiro- Teaser Trailer



Apresento por aqui o teaser trailer da série do Justiceiro na Netflix:

 Justiceiro- Teaser Trailer

sábado, 20 de agosto de 2016

Justiceiro- Teaser



Apresento por aqui neste infame blog um teaser da série do Justiceiro:

Justiceiro- Teaser

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Justiceiro- Dirty Laundry


Já falei por aqui das três adaptações do Justiceiro para cinema: o filme de 1989 com Douph Lundgren; o filme de 2004 com Thomas Jane e o de 2008 com Ray Stevenson. Como de lá pra cá não fizeram um novo filme do Justiceiro, os direitos voltaram para a Marvel (que ainda não sabe que muléstia fazer com o personagem ainda). Durante a Comic Con de San Diego em 2012 Thomas Jane apresentou juntamente com o capista das HQs do Justiceiro Tim Bradstreeet e o diretor Phil Joanou um Fanfilm com a sua visão de como deveria ser um filme do Justiceiro:

Justiceiro- Dirty Laundry

Estes belos 10 minutinhos dão de 10 a 0 nas três adaptações feitas com o Justiceiro. Muito foda a atitude do Thomas Jane em fazer este curta por conta própria (e sem os malditos executivos enchendo o saco) e mostrar o lado do Justiceiro que faltou no ensolarado filme de 2004 (não curti muito a atuação do Thomas Jane justamente porque ele mostrou mais o lado humano sem mostrar o lado cruel, frio e impiedoso do personagem. Ficou aquela sensação de personagem incompleto, diferente do filme de 2008 em que o Ray Steverson mostrou os dois lados do personagem). Agora acho que tanto no filme de 2008 como agora em 2012 o Justiceiro ficou bem caracterizado pelos atores que o interpretaram. O Justiceiro de Thomas Jane pra mim é o deste curta feito por ele em 2012  (e não o filme de 2004). Aliás este é o Justiceiro que deveria ter sido apresentado nos cinemas. E em nenhum momento ele precisou vestir a camisa para mostrar que é o Justiceiro. Não sei o que vai ser feito com o personagem mas pela atitude Thomas Jane, ele pode ser considerado como O Justiceiro. Ele fez justiça ao personagem que interpretou com este curta de 10 minutos.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O Justiceiro


Depois de falar sobre Justiceiro: Zona de Guerra e o filme O Justiceiro encerro com esta postagem meus comentários sobre as adaptações de filmes com o personagem, falando do filme intermediário entre estas duas adaptações. Esta é a segunda tentativa da Marvel em adaptar o Justiceiro para os cinemas neste filme teuto-americano. Nesta versão para o cinema, Frank Castle (interpretado por Thomas Jane, que visualmente lembra o personagem mas na atuação nem tanto) trabalha para o FBI, diferente da primeira versão em que ele era um policial e da última em que ele age como um militar treinado para guerra. A origem aqui é modificada mostrando uma chacina maior da família Castle realizada pela família Saint em resposta a morte do filho do chefão da máfia Howard Saint (interpretado por John Travolta). O diferencial em relação aos outros dois filmes é que a morte da família de Castle é mostrada de forma contínua na narrativa na história sem o uso de flashbacks. Presenciamos o tiroteio matando parentes e amigos na casa dos Castle e vemos a esposa e filho de Castle lutando por suas vidas até o momento em que eles atropelados pela família mafiosa.

A coisa tá russa neste filme!

O filme é claramente inspirado nas primeiras histórias do personagem escritas por Garth Ennis (que teve a missão de concertar a bizarrice do Justiceiro anjo que escreveram antes dele), e personagens desta fase como a Joan (interpretada pela bela, mística e fodona Rebecca Romijn-Stamos), Spacker, Bumpo e o Russo estão presentes neste filme e bem caracterizados. O Justiceiro está descaracterizado neste filme, alegre demais mesmo para quem acaba de perder a família. Thomas Jane mostrou bem o lado humano e sentimental do personagem, mas o lado frio, cruel e impiedoso se perdeu durante o filme. O clima ensolarado embalado com ritmo latino não combina muito também com o personagem. A idéia da camisa como laço afetivo com o filho é bacana, mas ficou forçado o modo que ele encontra a camisa depois da família dele morrer (aliás o modo como ele voltou pra casa depois de sobreviver a uma explosão também ficou forçado) mas não tão forçado como El Maldito Mariachi que aparece cantando no filme.

As três versões de Justiceiro nos cinemas

Este é um Justiceiro mais light! Mas nem por isso ele deixa de ser vingativo e a vingança contra a família Saint é bem planejada e criativa. O filme é recheado com o humor negro e cenas criativamente insanas como o aparecimento do Russo e a vingança final. O Justiceiro neste filme chega mais próximo da versão dos quadrinhos (as histórias iniciais de Garth Ennis para ser mais preciso) mas continua sendo mais um ótimo filme de ação do que uma ótima adaptação do personagem para os cinemas. A história ficou com clima de final feliz, mas sem a lição de moral do primeiro filme e os vilões mesmo sendo caricatos ficaram mais interessantes e menos forçados que o da mais recente adaptação. Comparando com as duas outras adaptações, considero este filme da forma como ele está: Intermediário.

O Justiceiro
Ano: 2004
Diretor: Jonathan Hensleigh

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Justiceiro


Quando falei sobre o filme Justiceiro: Zona de Guerra, eu disse que depois comentaria sobre as outras adaptações do personagem para o cinema. Esta é a primeira delas! Feito com a parceria entre Estados Unidos e Austrália, e com o ator Douph Lundgren no papel de Frak Castle/Justiceiro esta é a primeira tentativa de adaptação do personagem da Marvel para o cinema.

Você é culpado, você morre!

O filme começa com uma abertura com o clima dos filmes da época, e mostra o Justiceiro depois de 5 anos em atividade se vingando do chefe da família mafiosa que matou sua família(isto já poderia ser um bom final, mas foi um bom começo). O justiceiro se esconde nos esgotos(que nem as tartarugas ninjas) e lá fica relembrando sobre a morte de sua família e meditando suas próximas ações, uma coisa que achei legal nisso é que o rosto dele já lembra uma caveira. Para conseguir informações sobre o crime organizado o Justiceiro usa um caminhãozinho com bebida para atrair téspios bem informados. Nisso, o Justiceiro(que não usa a famosa camisa com a caveira) enfrenta traficantes e acaba se deparando com a Yakuza que aparece com roupas de mergulho enfrentando os traficantes com arpões e lâminas mortais. Para pressionar os chefes das famílias mafiosas a Yakuza sequestra os seus filhos e inicia uma chantagem. Enquanto rola o conflito entre as famílias e a Yakuza, o Justiceiro inicia a sua guerra pessoal para salvar as criancinhas. Ele leva uma surra, é torturado, mas faz de tudo para salvar as criancinhas!!(que bonitinho!!). E consegue, só que durante a fuga esqueceu de um deles, justamente o filho do único mafioso que conseguiu sobreviver à Yakuza. Depois de ser preso e conversar com seu antigo parceiro, o Justiceiro é resgatado pela máfia para salvar o último boy que está nas garras da Yakuza. Justiceiro se alia ao chefe de família mafioso contra um inimigo em comum(parece roteiro de crossover) e derrota a Yakuza para salvar o boy(que bonitinho!!!). E o filme termina com uma lição de moral no final.

Sim, lição de moral no final!

O filme tem uma trilha sonora legal, tem todo o clima dos filmes de ação da época mas o personagem Justiceiro do filme é bem diferente dos quadrinhos. O filme é tão diferente dos quadrinhos e próximo aos filmes de ação da época, que no final ele se torna mais um entre vários filmes de ação da época do que propriamente uma adaptação do personagem da Marvel. E entre o começo com vingança explosiva e o final com lição de moral, o começo é bem mais interessante e dúbio. Como adaptação de quadrinhos, o Justiceiro é um bom filme de ação.

O Justiceiro
Ano: 1989
Diretor: Mark Goldblatt

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Justiceiro: Zona de Guerra


O filme do Justiceiro do ano passado saiu direto para DVD por aqui neste ano, assisti e gostei pra caramba! É a melhor das tentativas de adaptação do personagem dos quadrinhos Marvel para o cinema (Depois comento sobre as outras). Tenho acompanhado as histórias do personagens desde sua primeira aparição nas histórias do homem aranha e o Justiceiro teve fases boas como a desenhada por Jim Lee (com um traço bem diferente dos dias de hoje) algumas fases ruins,e outras péssimas como a fase: "Justiceiro trabalhando para o céu" dentre outras mas desde que Garth Ennis passou a escrever Justiceiro o nível das histórias se elevou muito e eu considero esta a melhor fase das histórias do Justiceiro nos quadrinhos. Garth Ennis tem duas fases no Justiceiro uma na linha Marvel Knights com violência, discurso político, muito humor negro e com histórias sacaneando heróis como Wolverine e Homem-Aranha. E a fase Max que tem um discurso político melhor elaborado e com uma profundidade muito maior apresentando histórias que definem bem quem é o personagem e porque ele age deste modo. Este filme é inspirado na fase Max do personagem apesar do selo Knights estar lá mas o legal dele é que ele também tem elementos de histórias antigas de outras fases do personagem. Um primeiro ponto que gostaria de destacar é o ator que faz o justiceiro: Ray Stevenson. Pelo que foi apresentado no filme ele é o Justiceiro. E se tem dúvidas, veja as imagens abaixo:

Comparação com uma capa feita por Jim Lee.

Comparação com uma capa feita por Tim Bradstreet

Ele é o Justiceiro! Não só visualmente na interpretação também! Ele é o Justiceiro! Ele não ficou descaracterizado desta vez! Quando mostra ele no cemitério lembrando da sua família que foi assassinada ficou igualzinho ao quadrinho Justiceiro: Ano Um. O ator conseguiu passar toda a dramaticidade e lado humano do justiceiro misturando com o lado frio e analítico! Ficou perfeito! O filme tem uma ação bem coreografada com um balé de sangue bem à la Ennis mesmo, com Justiceiro matando com as próprias mãos ou explodindo bandido com bazuca e tudo! e agora acho o Justiceiro um personagem mais foda do que nunca, porque ele consegue matar uma galera de mafiosos de cabeça pra baixo, em um lustre sem cair ou levar algum tiro lá de cima. O filme tem violência mas dentro de um contexto e não é apresentado de forma gratuita. Personagens como Soap e Microchip estão presentes no filme! Ficou legal ver a aparição destes dois personagens e do modo como eles foram apresentados não ficaram descaracterizados e foram muito bem representados.

Os vilões ficaram galhofas demais, parecia que todos tinham assistido ao filme do Batman com o Coringa de Jack Nickolson! Sério mesmo! fiquei me perguntando se o Retalho iria dizer pro Justiceiro se ele já "dançou à luz do luar" foi uma das coisas mais ridículas e forçadas que já vi o recrutamento de bandidos dele. Os vilões não apresentam a mesma determinação e profundidade como nas histórias de Ennis. Mas isto não tira o brilho do filme porque você fica ansioso pra ver o Justiceiro matar cada um deles e enfim não ter que aturar suas interpretações caricatas de vilões, hummm agora me veio um pensamento à cabeça: Será que isto foi intencional? Acho que se era pra colocar um vilão divertido, era pra terem colocado o Barracuda que é muito foda como vilão e ainda dá pra anracar umas boas risadas.

Barracuda é o inimigo mais legal do Justiceiro na minha opnião!

A trama apesar de alguns probleminhas aqui e ali ficou legal e parecida com as história do personagem nos quadrinhos, curti muito este filme desde a abertura até a linda cena final com o letreiro luminoso da igreja. Teve muita discussão nos bastidores deste filme, queriam amenizar a violência e deixar a história mais boba para o filme pegar uma classificação menor e também houve boatos que tirariam a diretora do filme, talvez por causa da discussão sobre a classificação etária, mas enfim ela conseguiu deixar o mais próximo possível do que queria(Produtores quando interferem muito no filme, ainda mais uma adaptação de quadrinhos acabam estragando) hehehe vou considerar a parte ruim do filme culpa dos produtores. Gostei da declaração dela de que "No meio da produção eu tive vários sonhos violentos, vários deles com os executivos de estúdios... brincadeira!", acredito que este filme foi uma ótima experiência para ela e isso deve gerar ótimos filmes, que com certeza irei assistir. Encontrei uma homenagem ao capista das histórias do Justiceiro, Tim Bradstreet com o Brad Street Hotel, devem ter outras, mas o filme em si já é uma grande homenagem ao personagem e às pessoas que trabalharam com ele.

Justiceiro: Zona de Guerra
Ano: 2008
Diretora: Lexi Alexander

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